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O canto do Cisne

De bico de cor laranja e inclinado para baixo, pescoço curvado, patas negras e revestidos de uma plumagem que lhes permite manter o corpo quente, os cisnes são as maiores, as mais voadoras e as menos comuns entre as aves aquáticas.

Alimentam-se de sementes, plantas, ovas de peixe e pequenas aves que apanham em lagos e rios.

Nem todos os cisnes são brancos como os que habitam na América do Norte, na Ásia ou no norte da Europa, há também os cisnes pretos ou de pescoço preto que vivem na Austrália e na América do Sul.

Para a grande maioria das culturas do planeta, os cisnes são os símbolos da luz solar e lunar, da masculinidade e da feminilidade, da elegância, pureza, desejo, virgindade, nobreza, coragem e da fidelidade eterna, já que, enquanto casal, nunca se separam, pelo contrário, vivem juntos a vida inteira, mas, por outro lado,  em algumas tradições dispersas por todo o universo, os cisnes, estranhamente, são também associados ao mistério e ao secretismo.

Vários estudiosos de zoologia defendem a fascinante teoria de que os cisnes morrem cantando por amor.

Recordamos, por isso, uma das últimas frases de Sócrates, um filósofo da Grécia Antiga, a respeito desse raciocínio: “quando sentem que se aproxima a hora da morte, essas aves exibem um canto belo, esplêndido. Nesse dia, cantam mais alegremente do que nunca”.

E assim nasceu uma expressão que carrega consigo uma enorme carga poética: O Canto do Cisne!